quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Como funciona o servidor DNS

 Você já ouviu falar em DNS?
Esta sigla significa Domain Name System. É um sistema usado para converter nomes de domínio em endereços IPs. Sem ele a Internet não seria o que é hoje, uma facilidade de localização da informação. Vamos explicar de uma forma básica...


O sistema de DNS, ou serviço de DNS, é configurado em um computador-servidor, onde é consultado pelo navegador para que retorne um endereço IP do servidor do site que você está querendo acessar. Com posse do IP, o navegador agora faz uma conexão com o servidor do site e envia um pedido, o servidor do site responde com a sua página HTML para o navegador.


Exemplo: quando você digita na barra de endereços do seu navegador (Mozilla Firefox, Google Chrome, Safari, Opera, Internet Explorer, etc.) o nome www.google.com.br acontece os seguintes passos abaixo:

Primeiro. O navegador envia o nome do site para o servidor DNS.

Segundo. O servidor DNS devolve o endereço IP correspondente. 

Terceiro. Então, o navegador envia a solicitação para o servidor que hospeda o site, e este, por sua vez, devolve o código HTML que será processado e exibido na tela de seu computador pelo navegador.

A figura abaixo ilustra bem isso:


Obs.: o endereço IP do servidor DNS deve ser configurado no seu computador. Se for Linux, deve ser configurado no arquivo /etc/resolv.conf e se for Windows deve ser confugurado nas propriedades do protocolo TCP/IP da sua conexão de rede. Caso você usufrui de um servidor DHCP, não deve se preocupar com estas configurações, pois o DHCP se encarrega disso =)

Quer aprender mais? Assista o vídeo abaixo sobre DNS ministrado pelo Kretcheu do blog www.kretcheu.com.br:



Fontes: 

Blog do Davidson Paulo
http://blog.davidsonpaulo.com/2012/08/como-usar-o-dnsmasq-para-criar-um-cache-de-dns-local.html

Blog KVM - Kretcheu Vídeo Blog
www.kretcheu.com.br

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Funcionamento de um servidor Web




Talvez você já ouviu falar a respeito de servidores. 
São aqueles computadores recheados de memória RAM, espaço em disco (HD), com um poder elevado de processamento, com grandes coolers para manter seu refrigeramento, enfim, um computador muito potente. É sobre eles que irei falar nesta postagem, mas em especial os SERVIDORES WEB rodando o Apache e PHP.




Para isso, usarei um texto que li em: http://softwarelivre.org/php-with-linux/blog/servidor-web-apache

Vamos ao que interessa...


Funcionado na estrutura cliente-servidor, o servidor web Apache, recebe as requisições  do cliente (browser) e responde ao cliente em codificação HTML.  O servidor web  interpreta a codificação HTML e não interpreta o código PHP.
Ao receber uma solicitação .php o servidor aciona o Interpretador PHP que processa as solicitações do código PHP tais como, acessar banco de dados, sistema de arquivos, acesso ao servidor de correio eletrônico etc e retorna para o Apache em formato HTML e ele manda para o browser. O browser lê o código HTML e monta a página web para o usuário.

O Apache é desenvolvido na plataforma de software livre e segue as quatro liberdades da Free Software Foundation, e é fundamental para o funcionamento da web.
Instalando o Apache em ambiente Linux:
Para facilitar a instalação usaremos o gerenciador de pacotes Aptitude (Debian).
Atualizar a base de dados local:
#apt-get update
Procurar pacotes:
#apt-cache search apache2
Instalar Apache
#apt-get install apache2
Para testar se o Apache está instalado e se o serviço está inicializado, acesse no browser: http://localhost/ . Irá aparecer a mensagem abaixo:
It works!
This is the default web page for this server.
The web server software is running but no content has been added, yet.
Pronto! Seu servidor web Apache está instalado e funcionando.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Visão geral dos diretórios do Linux




Olá queridos,

De volta aos estudos neste 2º semestre e de volta aos posts no blog, hoje falaremos sobre os diretórios do Linux. Para isso usarei uma postagem feita pelo Luiz Vieira publicada em seu blog: www.luizvieira.net.




Boa leitura...

O linux vem mudando a cada dia, quem usou o sistema há alguns anos pode testemunhar quão grandes foram as mudanças. No quesito ambientação o linux dispõe das mais belas telas gráficas com uma enorme flexibilidade e efeitos especiais, existe um ambiente gráfico para cada gosto e como se não bastasse se alguém não consegue escolher qual ambiente é mais bonito ou se encaixa melhor no seu perfil, não tem problema, pode instalar dois ou mais no mesmo sistema. Uma das coisas que acho muito interessante nesse sistema é a sua organização, a disposição do menu iniciar por exemplo, cada programa fica exatamente na categoria apropriada evitando assim que o usuário fique perdido tentando se encontrar se o mesmo tiver muitos programas instalados. Nos diretórios, arquivos que fazem referência a outros arquivos, também é possível perceber essa organização, veja abaixo um pouco sobre diretórios e suas respectivas funções:

/ – (barra) O maior e mais importante diretório é o raiz do sistema que é representado por uma barra '/' todos os outros ficam abaixo dele.
 /bin – Diretório que armazena executáveis de vários comandos básicos do sistema, como o cp, date, cat, rm, ls, mv, entre outros.
 /boot – Contém o GRUB, que é um carregador de sitema para linux. Aqui estão os arquivos que gerenciam o boot, programa que lê uma partição específica no HD e permite a escolha do sistema operacional que será inicializado.
 /dev – Como o próprio nome sugere, nesse diretório se encontra tudo relacionado a dispositivo como: impressora, cdrom, usb, modem, teclado.
 /etc – Os arquivos de configuração para todo o sistema ficam contidos nessa pasta, o nome de host por exemplo está no arquivo "hostname", montagem dos discos que fica no arquivo "fstab", entre muitas outras configurações, todas guardadas nesse diretório.
  /home – Um espaço reservado para conta de usuário. Quando um usuário é criado no linux, por padrão além das definicões de permissões desse usuário, é criado tambem o diretório com nome informado desse usuário na pasta home.
 /lib – Dynamic Link Library ou DLL, as famosas bibliotecas compartilhadas do sistema operacional, bastante conhecidas no sistema windows. Bibliotecas que muitos programas dependem para executar. No linux essas bibliotecas são conhecidas como "lib" e ficam armazenadas no diretorio /lib.
  lost+found – É um diretório criado na raiz do sistema de arquivos e sua finalidade é pré-alocar os blocos de arquivos/diretório durante a execução de um programa. Em caso de falhas possibilita a recupeção do sistema de arquivos.
  /media – Os dispositivos removíveis como pendriver, cdrom, dvdrom, entre outros são montados aqui.
  /mnt – Um diretório parecido com o falado anteriormente, com a diferença de montar dispositivos não removíveis como discos rígidos, partições.
 /opt – Caso se deseje instalar um programa não disponível no repositório da distribuição, esse diretório pode ser usado.
 /Proc – Encontrei uma referência no site linux.about.com ao diretório proc que achei bastante interessante e estou reproduzindo aqui. Proc é um pseudo sistema de arquivos que é usado como uma interface para estruturas de dados do kernel. A maior parte é somente leitura, mas alguns arquivos permitem que as variáveis ​​do kernel possam ser alteradas.
 /root – Um espaço reservado para conta de super usuário do sistema.

 /run – É o mais novo diretório de algumas distribuições linux, a sua função é muito semelhante a /var/run que é armazenar arquivos temporários de aplicação em execução.
 /sbin – Arquivos binários de comandos para manutenção, controle e administração do sitema e que são manipulados pelo usuário administrador.
 /srv – Como o próprio nome sugere esse diretório destina-se a centralização de dados de serviços.
 /sys – É um virtual sistema de arquivos que trata assuntos voltados aos dispositivos de hardware de forma bastante abrangente.
 /tmp – Diretório designado a arquivos temporários de todo o sistema, é importante lembrar que nesse diretório alguns arquivos se apagam a cada reinício.
 /usr – Vários arquivos importantes são encontrados aqui como por exemplo: ssh, startx, até o kernel faz parte desse diretório claro que em subdiretórios específicos.
 /var – Os programas que ao longo de sua execução sofrem mudanças, ficam nesse diretório.

Texto retirado do blog www.luizvieira.net, e postado aqui no Turma-6 =)

Tiago Baldo
Editor do Blog

terça-feira, 26 de junho de 2012










NOTÍCIA 

"Para aqueles que, como eu, não gostam de jogos, e praticamente não veem utilidade alguma para aquela sua placa de vídeo Nvidia de 1Gb que está acoplada ao seu computador, seus problemas acabaram!!!

Há algum tempo atras as fabricantes de placas de video tornaram possivel utilizar algoritmos escritos em C para utilizar o processamento dessas placas, que realmente é alto.

Um grupo de pesquisadores afirmou que é possivel quebrar senhas de até 12 carcteres facilmente com um algoritmo de força bruta. 
Legal não???

Vejam a noticia na integra:"


Texto recebido por e-mail do nosso amigo Rafael Foster :D

Deseja postar algum assunto interessante sobre informática aqui no blog?
Envie para: tgbaldo@gmail.com

Tiago Baldo
Editor do Blog

A questão das distribuições GNU/Linux



 Muitas pessoas confundem-se quando o assunto é distribuição GNU/Linux (ou apenas distros - como também é chamada). Outras não sabem nem o que significa o termo. Mas, nesta postagem abordarei a questão com uma linguagem bem simples e "pura" (sem muitos jargões técnicos - que muitas vezes acabam atrapalhando o entendimento :D).


   
Distribuição GNU/Linux = Kernel + Softwares GNU Essenciais + Softwares Diversos não Essenciais (livres ou não livres)

Essa "fórmula" acima descreve, basicamente, a composição de uma distribuição Linux. Ou seja, o significado não é um bicho de sete cabeças. Perceba que uma distribuição é o conjunto de:

  • Kernel Linux (núcleo do sistema operacional)
  • Softwares GNU Essenciais (essenciais para o funcionamento do sistema operacional, como o Bash, por exemplo)
  • Softwares diversos (livres ou proprietários que não são essenciais para o funcionamento do sistema operacional, como o manipulador de imagens GIMP).
Algumas distribuições dispensam o uso de softwares não essenciais. Mas, isso depende do objetivo de cada distribuição. Se os desenvolvedores de uma determinada distribuição tiverem como foco o usuário final, então, podemos pré-determinar que esta distribuição irá conter softwares não essenciais que facilitam a vida do usuário no dia a dia, como por exemplo:

  •  Ambiente Gráfico (Gnome, KDE)
  • Navegador Web (Firefox, Chrome, IceWeasel)
  • Editor de Imagens (GIMP)
  • Editor Gráfico de Textos (Gedit, Kedit, etc.)
  • E por aí vai... 

Agora, se o objetivo da distribuição for um servidor, então, poderíamos descartar todos os componentes acima, pois, normalmente, os servidores são computadores dedicados a servirem usuários finais de algum serviço (seja o compartilhamento de arquivos, aplicações, hospedagem de sites, banco de dados, etc.). Neste caso, este computador será totalmente dedicado a essas funcionalidades, ou seja, não haverá usuários operando-o para realizar tarefas tiviais que se realizam em um computador comum de mesa (Desktop), mas sim será manipulado por agum administrador de redes, de sistemas, etc., para manter o servidor operante 24 horas por dia, ou o tempo que for necessário para suprir as necessidades dos usuários. E os softwares diversos (não essenciais para o funcionamento do sistema operacional) serão outros. Outros que, obviamente, farão parte do objetivo da distribuição. Como neste caso é um servidor, poderíamos considerar os seguintes softwares (servidor web):

  • Apache (para hospedar sites)
  • MySQL (bando de dados para interagir com as aplicações)
  • SSH (shell para administração remota)
  • PHP (linguagem de programação para as aplicações a ser interpretadas pelo Apache)
Poderíamos colocar aqui várias outras ferramentas, mas eis aí as principais.

Resumindo. A principal diferença de uma distribuição para outra está no objetivo. Pois, ele nos dará uma direção para a escolha dos softwares que irão compor a distribuição em si.

O interessante disso tudo é que você é livre para montar a sua própria distribuição. É isso mesmo. Você pode montar seu próprio GNU/Linux totalmente personalizado. Mas, não se esqueça: ele tem que ser LIVRE!

# No próximo post abordarei os tipos de distribuições que existem, e também apontaremos as que são mais usadas em dois casos: SERVIDORES  x  DESKTOPS.

Abraço,

Tiago Baldo
Editor do Blog






sábado, 23 de junho de 2012

Como juntar dinheiro para cursos e certificações?





"Então, você está querendo fazer um curso ou obter uma certificação mas não tem dinheiro suficiente? A grana está tão curta que não sobra nem para comprar livros e estudar por conta própria? Está na hora de mudar essa situação!
 

 
Neste artigo, escrito em resposta às perguntas enviadas por André Souza e Mikael da Conceição através do programa de Coaching em Linux, mostrarei como fazer um planejamento financeiro com o objetivo de fazer cursos, obter certificações, comprar livros e fazer um curso superior. Se seu orçamento está curto, você precisa ler isso. Se não está, também precisa ler, afinal pode aprender a fazer seu dinheiro sobrar. Siga em frente!"


Ví no blog do Davidson Paulo, gostei e compartilho aqui com vocês :)

Créditos: Davidson Paulo


Tiago Baldo
Editor do Blog

sexta-feira, 22 de junho de 2012

IPv6 já é realidade na internet!










NOTÍCIA

O IPv6 é o protocolo proposto pela Internet desde 1998 para substituir o IPv4, que não tem mais capacidade para suportar o crescimento e o desenvolvimento da rede. Em 6 de Junho de 2012 aconteceu o World IPv6 Launch, ou Lançamento Mundial do IPv6. 

Há mais de 1 ano, em 8 de Junho de 2011, a Internet Society promoveu um teste global de uso do IPv6, conhecido como World IPv6 Day. Durante vinte e quatro horas, importantes players na Internet, como Google, Yahoo, Facebook, Terra e UOL ativaram o novo protocolo em seus sítios na Web. O teste tinha como objetivo verificar que tipo de problemas aconteceriam na ativação do IPv6, e foi um completo sucesso. A mudança passou, em larga escala, despercebida pelos usuários da Internet, como de fato deveria ser. De forma geral, simplesmente não houve problemas. Este foi o maior e mais importante teste de funcionamento do IPv6 já realizado. Clique aqui para continuar lendo...


# Leia também uma visão do FBI sobre a segurança em relação a este novo protocolo clicando aqui.


Notícia recebida por e-mail do nosso amigo Rafael Foster.

Tiago Baldo
Editor do Blog